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Crítica: Elenco de Malhação dá show de canastrice em morte de Marcela

 

Em duas décadas de carreira, a professora Marcela, de “Malhação”, foi a única personagem de Daniele Winits que não explorou o lado sensual da atriz. A própria Dani reconheceu isso, recentemente, ao afirmar que o papel na novelinha foi o mais completo de sua carreira.

Ao se despedir de Marcela na trágica cena em que a mãe de Gil morre após ser atropelada pelos bandidos parceiros de Sal, a loira jogou fora a chance de mostrar que é muito mais que a eterna musa das comédias de Carlos Lombardi.

Por conta do horário, a sequência do atropelamento não pôde ser exibida nos mínimo de detalhes: nada de corpo batendo no carro, atriz rolando no asfalto ou banho de sangue. A cena exigia uma dose de dramaticidade além da conta para compensar a falta do show pirotécnico. E Dani não chegou lá.

O texto era ótimo. A direção na medida certa. Bastava somente a atriz entrar em cena e dar seu recado. Tudo estava a seu favor. Ainda assim, a loira deixou muito a desejar. Não estou falando de lágrimas. Faltou emoção.

Sua companheira de cena, a atriz Raquel Vilela (Raquel) também não ajudou. Tudo ficou pior ainda quando Daniel Blanco (Gil) entrou em quadro. O novato pouco aprendeu nos últimos dez meses no folhetim.
O “velório” da professora no Misturama mostrou que o problema era generalizado. Todo o elenco envolvido na sequência deu um show de canastrice ao fazer caretas e forçar o choro pela perda de Marcela. A única exceção atende pelo nome de Ágatha Moreira (Ju).

Talvez por conta do baixo rendimento dos atores, a direção optou por mesclar a morte da loira com as cenas do sequestro de Lia, personagem de Alice Wegmann. Atuações fracas à parte, os adolescentes adoraram o capítulo e bombaram o Twitter com várias hashtags relacionadas à despedida de Dani Winits do projeto.

“Malhação” é um celeiro de novos atores. Por isso, cenas desse tipo são incomuns na produção. O trágico fim de Marcela foi a primeira morte exibida na novela, que está em sua vigésima temporada. O desfecho foi criado por conta da decisão da alta cúpula da TV Globo de escalar Dani para o elenco de “Amor à Vida”.
O fato é que a estrela perdeu a maior oportunidade de sua carreira. Agora, é esperar para ver se ela consegue se regenerar na pele da carente Amarylis, enfermeira que aceita ser barriga de aluguel de um casal homossexual e acaba formando um triângulo amoroso com os rapazes na trama das 21h.

Caso contrário, melhor a atriz tentar uma vaga no folhetim de estreia de Lombardi na Record. Ainda dá tempo! Afinal, ninguém faz o papel de loira gostosona melhor do que ela.

Crítica por: Wallace Carvalho, famosidades.

Observação: Vale lembrar que as críticas que são postadas no site, são feita por outros sites famosos ou blogueiros, nós não temos qualquer ligação. Apenas estamos levando as críticas até vocês.

Crítica: Mudanças prejudicam atual temporada de Malhação que entra na reta final deixando a desejar


Já disse e repito que a atual temporada de Malhação era a melhor em anos até resolverem trocar os protagonistas e acabar totalmente com o enredo apresentado desde o inicio e sim, a culpa disso é da Globo e também das autoras, já que mais uma vez a novelinha se perde em busca de audiência, o que de fato aconteceu na temporada passada.
Que o Dinho era um personagem fraco todo mundo via, mas não era culpa do ator que sempre deu o seu melhor, o perfil do personagem que era chato... E se as autoras mudassem isso, com certeza não iria precisar de tantas mudanças depois da temporada estar quase no fim, talvez se elas optassem por um personagem novo ou alguns como aconteceu na temporada de 2010, a temporada se tornasse mais interessante do que era e não perdesse sua "identidade" como perdeu após tantas mudanças, além que Guilherme Prates e Alice Wegmann já tinham uma sintonia em cena e o casal protagonista tinha uma boa torcida...
Falando em protagonista, essa temporada não teve uma protagonista definida ou melhor... Começou sendo Agatha Moreira a protagonista, depois foi a vez de Alice mais enquanto as duas "brigavam" pelo posto, Juliana Paiva como Fatinha cresceu e apareceu se tornando a verdadeira protagonista da temporada junto com Rodrigo Simas, o problema é que depois de tantas mudanças até o casal ficou chato e repetitivo, mas Fatinha continua causando e de fato é a melhor personagem de Malhação desde a Yasmin Fontes, vivida por Mariana Rios nas temporadas 2008/2009... 
E pra não falar que essas mudanças não tiveram uma parte boa, pudemos ver Orelha, vivido por Davi Lucas e Morgana, vivida por Cacá Ottoni se relacionarem e formar um casal fofo demais, eles conseguiram cativar e tem a torcida do público.
Agora a temporada entra na reta final e confesso já não ter a mesma empolgação que tinha no inicio, mas como um fã da temporada em si continuo assistindo. O que vemos nessa reta final é que vem muita adrenalina e emoção, muitos causados por Sal o atual vilão da temporada, vivido por Pedro Cassiano que com certeza será quem vai agitar os últimos momentos da trama.
Eu particularmente espero que a nova temporada que estreia em julho seja tão boa quanto essa foi no seu inicio e caso a audiência não reaja eles não mudem tudo novamente em busca de audiência, já que os 18 pontos de Malhação hoje são os 30 de ontem!

Fonte: JD

Crítica: Por que Malhação não sai do lugar?


“Malhação” está sempre rodando no mesmo lugar, já perceberam? São personagens iguais, todo ano, fazendo as mesmas coisas, com os mesmos dramas. A novela até tenta inovar quando inicia uma nova temporada, mas na metade volta atrás por causa da baixa audiência.

Usemos um exemplo recente: a temporada atual de “Malhação” começou bem, evitando aquela coisa de vilã-mocinho-mocinha. Dinho (Guilherme Prates) era um adolescente bem realista, confuso e, aparentemente, sem remorso. Lia (Alice Wegmann) e Ju (Agatha Moreira) eram melhores amigas, até Dinho trair Ju com Lia. O padrão seria transformar Ju em uma vilã, mas a novela não foi por esse caminho. Isso, combinado às boas atuações dos atores, fez a novela ficar bem mais interessante.

Mas, como em todas as vezes que “Malhação” saiu da repetição, o público não reagiu tão bem, e a decisão foi eliminar Dinho da trama, substituindo o protagonista por um ator mais “másculo” e incluindo uma história de herói e vilão mais típica e, portanto, chata. Sim, a audiência cresceu, mas Vitor (Guilherme Leicam) não tem a mesma humanidade que o seu antecessor, e torna a trama mais plástica. A mesma coisa aconteceu na décima-nona temporada, em 2011. Gabriel (Caio Paduan) era um médium, e a novela tinha um mistério sobrenatural como pano de fundo. No meio da temporada, a ideia original foi abandonada e o lado sobrenatural da história foi embora.

É óbvio que um programa de TV precisa de uma boa audiência. Sem isso, ele não é rentável e acaba sendo um prejuízo para o canal. Mas abrir mão do núcleo central de uma trama e até mesmo de seu personagem só para adequar a um padrão pré-determinado acaba empobrecendo a história, e fazendo com que “Malhação” continue sendo sinônimo de fórmula pronta para treinar atores jovens.

Crítica por: Coisas de novela | Pop


Lutador Fábio Maldonado critica sexo em Malhação: "Tá passando meio cedo"


Carismático, casca-grossa, queixo de aço. O meio-pesado Fábio Maldonado pode ser adjetivado de diversas formas e é conhecido por seu jeito simples, simpatia e por não medir as palavras quando vê coisas que considera erradas. Assim o lutador fez.

Usando o Facebook, o meio-pesado do UFC que fez uma das lutas mais emocionantes do UFC Rio 3 criticou a programação da Rede Globo, no que se diz ao seriado “Malhação”.

O lutador expôs no seu perfil sua opinião sobre o programa que expõe como personagens uma menina de 15 anos (Lia) e um rapaz de 16 (Dinho) que irão perder a virgindade.

“malhação na globo,o rapaz de 16 anos,a menina de 15,vão perder a virgindade, o rede globo,ta passando meio cedo isso ai hein,minha filha ta vendo né” sic

A publicação do lutador recebeu dezenas de opções “curtir” e muitos comentários, alguns a favor e outros contra. No entanto, cada um tem sua opinião não é mesmo? E tem assim o direito de expô-la.

Por Redação MMA Space

Novela “Malhação” mostra, sem tendenciosidade, cena que aborda o sofrimento dos animais na pecuária



Matéria por: Agência de notícias de direitos animais

Emissora com tradição de atacar o vegetarianismo, a Rede Globo parece ter dado finalmente uma bola dentro, ainda que em menos de um minuto, ao tratar da questão do sofrimento animal na novela Malhação, no capítulo do último dia 25. Na cena, os amigos do personagem Bruno entram na casa dele fantasiados de animais e prometem fazer um protesto na frente de uma churrascaria.
O personagem vestido de vaca inclusive mostra um dado importante: todos os anos, 67 bilhões de mamíferos e aves são explorados por ano de maneiras explicitamente cruéis por causa da alimentação onívora. Em seguida, falam da proposta de protestar na frente da churrascaria, sem qualquer intenção de ofender e agredir os clientes.
Bruno, por sua vez, estranha a ação dos amigos, subestimando a causa por ignorância e achando que ela é uma “palhaçada”, mas a amiga dele, Ana, aceita aderir à causa e acrescenta à cena o fato de os frangos serem engordados a tal ponto nas granjas que não conseguem mais dar passos.
Nessa cena, dois aspectos acabam sendo abordados ao mesmo tempo: o sofrimento animal nas criações industriais e o reacionarismo de quem considera “ridícula” a defesa dos animais pelo vegetarianismo.
De modo a mostrarmos que o público vegetariano gostou da postura da emissora de pelo menos dar um pouco de espaço à causa vegetariana/animal depois de tanto tempo só atacando-a, recomenda-se que sejam enviadas mensagens à Globo (requer cadastro) elogiando a cena de Malhação.


Crítica: Nova temporada de Malhação resgatou os conflitos da juventude e deu novo fôlego


Quando a Globo anunciou a estreia da nova temporada de Malhação, não parecia que daria muito certo. Afinal, só nas últimas temporadas, a novelinha teen decepcionou (e muito) em conflitos fracos e romances metódicos que enchiam linguiça e só. A verdade é que, parando para assistir a 20º temporada, que estreou na última segunda-feira, 13, a avaliação é diferente. A nova fase de Malhação tem roteiro bem costurado, com temas do cotidiano, está ensolarada, com muitas sequências externas e cenários vivos, embora eles não tenham escapado de alguns clichês clássicos da trama (o menino do skate, a garota do violão). A abertura, fotografia e trilha sonora também estão muito bem caprichados.

Por hora, a Malhação atual desbanca a temporada anterior, que era confusa, mal-amarrada e cheia de suspenses sem sentidos, com umas reviravoltas que mais atrapalhavam o roteiro do que ajudavam a melhorar. Com tratamento de novela, Malhação aparece com qualidade de imagem em HD. É tudo muito superior a tudo o que já se viu no horário.

Desde 1995, quando entrou no ar, trazia histórias interessantes que se passavam numa academia de ginástica, até que foi reformulada, em 1999, por Ricardo Waddington, e ganhou um novo gás. Entretanto, não se sabe o que houve, nem quem são os culpados. De lá pra cá, muita gente foi deixando de assistir o folhetim nos fins das tardes.

Mas, para reverter a situação, as autoras Rosane Svartman e Glória Barreto resolveram não economizar em nenhum detalhe. Dessa vez, usam conflitos que chamam a atenção do público, tipos bem elaborados com gostos, opiniões e dúvidas encontrados por aí na cabeça da galera.
Com essa proposta, o telespectador vê uma nova Malhação em cada segundo da trama, a impressão que se tem é que, mesmo após 18 anos, ainda existe fôlego para boas narrativas e reformulações, sem precisar perder a essência, basta procurar entender a cabeça dos jovens, saber o que andam comendo, lendo, ouvindo, assistindo, fuçando pela internet.
As autoras apostam nisso e muito mais. Criaram um triângulo amoroso entre a roqueira Ju, o popular Dinho e a delicada Lia, interpretados por Alice Wegmann, Guilherme Prates e Agatha Moreira. A história principal não é novidade para ninguém, todo mundo sabe, mas o que está em jogo são as tramas paralelas que se entregam a leveza, humor, escolhas, vestibular, redes sociais, balada e muita paquera. Se agarram a rivalidades, situações de sala de aula, medos, amizade, amores, insegurança, bullying, enfim, tudo aquilo que todo mundo passa até chegar à vida adulta.
Uma fórmula que deu certo em 2004 com Letícia, Gustavo e Natacha, de Juliana Didone, Guilherme Berenguer e Marjorie Estiano, integrantes da Vagabanda, que elevaram os índices de audiência da trama. Deu certo também com Pedro e Júlia, de Henri Castelli e Juliana Silveira (2002), Luísa e Víctor, interpretados por Manuela do Monte e Sérgio Marone (2003), Bernardo e Cristiana, de Fiuk e Cristiana Perez (2010). E, pelo que foi visto nos 20,6 pontos de audiência* durante essa semana, parece repetir a dose do sucesso.




Para dar certo, resolveram misturar o novo e o velho. Resgataram Mocotó (André Marques), que havia integrado o elenco nos primeiros anos da novela e o colocaram como um falso orientador vocacional. Trouxeram de volta o clássico rock na trilha sonora, adotaram novamente os conflitos dentro de casa. Do novo elenco, nos primeiros capítulos, destacaram-se Alice Wegmann, Elisa Pinheiro, Leonardo Miggiorin, Maria Paula e Juliana Paiva.
De olho na nova geração, Malhação consegue diariamente, em 30 minutos, abordar todos os personagens e mostrar a que veio. O nerd Orelha (David Lucas), por exemplo, aparece com celulares conectados à internet na mão. O garoto filma tudo e todos que convivem no Colégio Quadrante. Já a personagem Ju tem um tutorial de maquiagem no Facebook, aparece em cenas curtas, mas convincentes.
Já Fatinha (Juliana Paiva) vai como quer ao colégio. É repetente, senta no fundo da sala de aula, adora um funk e mal sabe o que fazer do futuro. Tipo que vemos por aí.
O desafio para Malhação, como nunca antes, está em evitar pisar fora dessas tramas reais sob pena de não obter a empatia dos adolescentes, eles querem se ver, ou ver os amigos deles como aqueles adolescentes da TV. Caso contrário, é muito mais fácil do que se imagina: a turma, exigente do jeito que é, vai desligar a TV e ir para o Twitter.  

Não convenceu:

- Alguns diálogos continuam infantilizados demais. Se é para ter roteiro real, então que seja feito. É preciso falar sobre maconha, álcool e tudo o que vier no pacote. Os adolescentes não estão longe desse universo.
- É preciso colocar ordem em algumas coisas. Se ninguém reparou nisso, então perceba. Os personagens entram como querem e bem entendem no Colégio. Levam violão, skate e... Uma bagunça.

Convenceu:

- O belo trabalho do diretor José Alvarenga. O moço aperfeiçoou o andamento das sequências e evitou a fotografia escura e os efeitos especiais traumáticos da temporada passada, investindo em cenas leves e com delicadeza, perfeitas para destacar o colorido da cidade do Rio de Janeiro. Tamanho cuidado enche os olhos do telespectador.
- É impossível não comentar o bom gosto da abertura. Tudo por ali, incluindo a música e coreografia condiz com a proposta da trama.

*Cada ponto de audiência equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo e são prévios, fornecidos pelo Ibope

Fonte: UOL - Portal a Tarde.

Crítica: Nova Malhação evita exageros e acerta na escolha dos protagonistas


Ousar sem perder a essência foi o grande desafio das últimas temporadas de Malhação. Prestes a completar 18 anos no ar, a "novelinha" vem perdendo seu público gradativamente e registrou seus piores índices em 2009, 2010 e 2011. Em especial, a última temporada - com trama intrincada, inspirada em filmes americanos de suspense e estética mais próxima do cinema - amargou 11 pontos no ibope e foi a pior audiência na história da produção.

Como objetivo de reverter esse quadro, a "nova Malhação" aposta em uma volta às origens e está se dando bem, com 21 pontos na estreia. Com história sem muitas nuances e bem ao gosto do publico infantojuvenil, as autoras Rosane Svartman e Glória Barreto não apelam para coincidências ou números misteriosos.

De forma "batida", mas eficiente, a dupla apóia a trama em um simpático triângulo amoroso entre a roqueira Lia, o garanhão Dinho e a delicada Ju, interpretados por Alice Wegmann, Guilherme Prates e Agatha Moreira. São nítidos o carisma e a sintonia dos três estudantes do Ensino Médio do Colégio Quadrante.
Dos protagonistas, a única realmente "novata" é Agatha. Alice já foi vista em A Vida da Gente, enquanto Guilherme estreou na TV em Vidas em Jogo, novela de 2010, exibida pela Record. Por já terem alguma experiência, a dupla tira a impressão de despreparo nos protagonistas mais recentes de Malhação.

O bom desempenho também enfraquece a sensação de "déjà vu" da trama. O perfil dos personagens principais, a trilha embalada por rock juvenil e o retorno da história ao ambiente escolar evocam a memória afetiva ao telespectador e lembram muito as idas e vindas entre Letícia, Gustavo e Natasha, de Juliana Didone, Guilherme Berenguer e Marjorie Estiano, integrantes da Vagabanda, na temporada de 2004, a melhor audiência da história recente da novelinha - com picos de 42 pontos no ibope.

A aposta em um elenco mais experiente e conhecido aparece como um investimento da produção para garantir consistência e audiência. O "casting" adulto conta com nomes como Danielle Winits, Leonardo Miggiorin, Maria Paula e Vanessa Lóes defendendo de forma eficaz personagens de destaque.
Felizmente, a atuação de André Marques ficará restrita à primeira semana da trama. A participação especial do ator e apresentador na pele de Mocotó, personagem da primeira temporada de Malhação, de 1995, em nada valorizou o diálogo dos novos episódios com a origem da história. Ironicamente, a falta de novidades no formato e no conteúdo evidenciam a qualidade desta "nova Malhação".

Com as arestas devidamente aparadas, tudo funciona melhor. Inclusive, deixar a direção de núcleo novamente a cargo de José Alvarenga Jr. evitou que outro diretor cometesse excessos comuns a quem assume a produção cheio de novas ideias. Ao repensar a estética para os novos episódios, Alvarenga aperfeiçoou o andamento das sequências e evitou a fotografia escura e os efeitos especiais da temporada passada, investindo em cenas leves e com apuro visual, perfeita para destacar o colorido da cidade do Rio de Janeiro.

A crítica é de Geraldo Bessa, retirada e adaptada do site Terra



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